01
Mede o efeito, não a tag
Todo analytics, formulário, redirect e sitemap é verificado pelo resultado — o hit que chega no relatório, o e-mail que cai, a URL que resolve. Código no lugar não prova funcionamento. Foi esse erro que deixou um cliente três anos sem dado nenhum.
02
O ativo digital é do cliente
Domínio, hospedagem, Google Analytics, Search Console e Perfil no Google saem com dois administradores desde o dia 1 — um seu, um da Macchio. Quando o ativo é seu e a agência é convidada, trocar de fornecedor não apaga histórico, e a Macchio não vira refém de guardar a senha dos outros.
03
A menor stack que atende
Não se usa framework que ninguém pediu nem CMS que você não vai editar. Cada peça a mais é custo de manutenção que a conta paga depois. A escolha de stack é feita por projeto, com o porquê explicado e a alternativa descartada na mesa.
04
Dado do mundo real, conferido com a realidade
Endereço, telefone, horário, capacidade, norma — vão para o site e para o JSON-LD só depois de confirmados com você. A Macchio não inventa número para preencher espaço, e marca a lacuna quando o dado ainda não existe.
05
Conteúdo e conversão acima de perfeição técnica
Um site com texto real e chamada clara converte mais que um site impecável e vazio. A estrutura de cada página vem primeiro; o capricho técnico entra sem virar desculpa para adiar a entrega.
06
O que se aprende, fica documentado
Cada projeto deixa um registro do estado atual e das decisões tomadas. Não é para impressionar — é para a próxima pessoa que abrir o projeto (sua ou da Macchio) não redescobrir tudo do zero.